Acupuntura Porto Alegre Zona Sul no Centro do Bairro Tristeza e no Rio Branco


Acupuntura Porto Alegre Zona Sul no Centro do Bairro Tristeza e no Rio Branco

Advogado Trabalhista Porto Alegre Centro Bairro Tristeza Rio Branco

Acupunturista clínico.

Dr. Alex Tavares

Especialista em Acupuntura e Eletroacupuntura (CBA/ABACO).
Mestre em Psicologia (UFRGS).

Acupuntura científica para tratamento de transtornos psicológicos:

 

Durante o nosso período de formação em Acupuntura, na fase de produção da monografia da especialização em Acupuntura e Eletroacupuntura, há quase 10 anos atrás, realizamos uma avaliação da Acupuntura clínica com o uso de testes psicológicos validados pelo Conselho Federal de Psicologia (CFP).

 

Acupuntura científica: instrumentos psicológicos

Os instrumentos utilizados tinham as seguintes características: eram testes psicométricos, com uso de números, estatística, padronização, com resposta mecânica expressa por meio da escrita e com o objetivo de diagnóstico.

Os testes administrados naquela época foram os seguintes:

  • Inventário Beck de Depressão (BDI) – mede alterações depressivas.
  • Inventário Beck de Ansiedade (BAI) – identifica o nível de ansiedade.
  • Questionário Geral de Saúde (QSG) – capta o nível de estresse psíquico, desejo de morte, desconfiança no próprio desempenho, distúrbios do sono, distúrbios psicossomáticos e saúde geral.

Veja a lista completa e atualizada dos testes avaliados pelo Conselho Federal de Psicologia clicando aqui.

 

Acupuntura científica: dados sobre tratamento

Foi utilizado um padrão total de apenas 10 sessões (01 por semana), com no máximo 10 agulhas por sessão, com o diagnóstico em Psicologia e em Acupuntura (MTC / Zang-Fu), uso de agulhas sistêmicas, estéreis, descartáveis, tamanho 0,20 X 30mm, inserção com uso de mandril descartável (tubo guia), com obtenção do “deqi”, método de sedação com tempo total 20 minutos e manipulação vigorosa de 5 em 5 minutos; método de tonificação com tempo total 10 minutos, manipulação suave de 5 em 5 minutos. As intervenções ocorreram com ou sem o uso de outras terapêuticas (tratamento combinado), como, por exemplo, remédios e/ou Psicoterapia.

 

Acupuntura científica: perfil dos pacientes

Foram incluídos na pesquisa todos os pacientes que responderam aos testes em ordem de chegada.
No total, foram 14 pacientes, 100% com desconforto crônico (mais de 6 meses de queixa).
Idade entre 18 e 68 anos.
3 do sexo masculino e 11 do feminino.
3 pacientes com uso de outros tratamentos e 11 sem outro tratamento.
10 pacientes com “Síndromes de Deficiência” e 4 com “Síndromes de Excesso”.
Queixas principais: 7 com ansiedade, 2 com depressão, 1 com insônia, 3 dependentes de tabaco e 1 com lombalgia.

 

Acupuntura científica: resultados da pesquisa

A Acupuntura clínica mostrou-se uma estratégia clínica eficaz, segura, com resultados rápidos e poucos efeitos colaterais (ex.: letargia, sonolência, leve vermelhidão em alguns locais de inserção que duraram até 2 minutos).

A porcentagem geral dos resultados dos tratamentos aferidos pelos testes validados e reconhecidos pelo Conselho Federal de Psicologia (CFP) ficou deste modo:

1. “Inventário Beck de Depressão” (BDI):

  • 75,5% dos pacientes estavam com “depressão de moderada a grave” ou “depressão grave”. Após 10 sessões de Acupuntura, 100% desses pacientes diminuíram drasticamente o seu nível de depressão.
  • O melhor desempenho mostrou uma recuperação completa do quadro depressivo (100%).
  • Dos 8 pacientes que apresentavam algum nível de “depressão”, depois da Acupuntura, 62,50% voltaram à normalidade.

 

2. “Inventário Beck de Ansiedade” (BAI):

  • 50% dos pacientes estavam com “ansiedade grave”.
  • 100% desses pacientes diminuíram drasticamente o seu nível de ansiedade.
  • Melhora média de 54,63% da ansiedade.
  • Dos 7 pacientes que apresentavam algum nível de “ansiedade”, depois da Acupuntura, 42,86% apresentaram índices normais (sem ansiedade).

 

3. “Questionário Geral de Saúde” (QSG):

  • Dos 9 pacientes que apresentavam um nível alterado de “Saúde Geral”, 77,78% passaram a indicar índices normais.
  • Dos 9 pacientes que apresentavam um nível alterado de “stresse psíquico”, 77,78% passaram a indicar índices normais.
  • Dos 4 pacientes que apresentavam “desejo de morte”, 100% tiveram os seus índices classificados como normais, ou seja, sem “desejo de morte”.
  • Dos 7 pacientes que apresentavam algum nível de “desconfiança no próprio desempenho”, 71,43% voltaram ao índice normal.
  • Dos 6 pacientes que apresentavam algum nível de “distúrbios do sono”, 83,33% passaram a apresentar índices normais.
  • Dos 7 pacientes que apresentavam algum nível de “distúrbios psicossomáticos”, 100% voltaram ao índice normal.

Acupuntura científica: considerações finais

Acreditamos, após analisar esses dados iniciais (com intervenção de apenas 10 sessões), que a Acupuntura, cada vez mais, poderá ser uma grande aliada nos tratamentos científicos das desordens psicológicas, talvez, vindo a ser a grande parceira das mais variadas formas de Psicoterapia.

No mínimo, ao nosso ver, esses achados mostram uma nova frente de “tratamento combinado”, para além da “antiga dupla” (psicoterapia + remédio).

Os nossos achados estão em completa sintonia com os dados das pesquisas apontadas por Allen, Schnyer  e Hit (1998) e também com os  dados científicos sobre eficácia da Acupuntura divulgados pela Organização Mundial da Saúde/OMS (WHO, 2002).

Como exemplo, veja alguns informações objetivas sobre a eficácia da Acupuntura para tratamento das alterações psicológicas conforme publicação da OMS:

  • Ansiedade – Acupuntura com eficácia superior à medicação convencional.
  • Depressão – Acupuntura com eficácia similar à medicação convencional, mas sem efeitos colaterais.
  • Esquizofrenia – Laser-acupuntura: eficácia superior à da medicação convencional (78% dos casos).
  • Estresse competitivo – Acupuntura com eficácia em 93% dos casos.
  • Insônia – com a Acupuntura o sono foi totalmente normalizado em 98% dos casos.
  • Retardo mental – Acupuntura promoveu o aumento de 21% no quociente de inteligência e o aumento de 18% na adaptatividade social.

Por fim, é importante lembrar que a grande maioria dos pacientes (72,73%) tratou-se apenas com a Acupuntura (sem remédio ou psicoterapia). Assim, acreditamos que a Acupuntura pode ser usada como terapêutica principal de alguns quadros psicopatológicos, principalmente nos de estresse (77,78%), insônia (83,33%) e distúrbios psicossomáticos (100%). São necessárias novas pesquisas, com maior número de pacientes, grupo controle, etc., para verificar se essas nossas últimas hipóteses são realmente válidas.

 

Acupuntura científica: bibliografia

 

 

 

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