Livraria do Acompanhamento Terapêutico


Lista de Livros com Temática Focada no Acompanhamento Terapêutico

Para saber mais de cada uma dessas produções basta clicar na capa de cada do livro.

 

 

 

O livro “A clínica do AT: casos e acasos” faz um resgate do histórico do Acompanhamento Terapêutico (AT) e apresenta uma série de abordagens dos mais variados pacientes, com vinhetas e estratégias clínicas administradas. A produção foi organizada pelos psicólogos Alex Sandro Tavares da Silva e Adrianna Zucchi e conta com a autoria de: Claudine Von Saltiel, Farid Bessil, Gabriela Soviero Moraes, Linda Betina Herreira, Sinara de Almeida Viero, Tiago Duarte, Vicente Coda, Camila Trevisol, Fábio Stamar, Gabriela Moyses Kilian, Juliana Neves, Júlio César Rangel Wagner, Letícia Schmitz e Mônica Vian.

 

 

“Perdidas em um mar de carros, andávamos em errância. Minhas esperanças de encontrá-lo iam cada vez mais se esvaindo, e ela, por incrível que parecesse, divertia-se com aquele andar desnorteado. Tantos carros pretos, tantos muros cinza, tanto asfalto, o sol do meio-dia fulminante tudo era igual, não havia marcas que diferenciassem nosso caminhar. Fui tomada por um nervosismo quase desesperado; em um momento acreditei piamente que ficaríamos ali para sempre. Seria este o sinistro experienciado pelo psicótico? Um andar sem referências, um mar de significantes que não faziam marcas que diferenciassem nem afetos, nem instantes, tudo um emaranhado só. Excesso de carros. Nenhum espaço vazio. Nenhum ponto familiar”.

 

Esta obra apresenta casos clínicos de Acompanhamento Terapêutico (AT) bem articulados nas teorias psicanalíticas, psicodinâmicas e fenomenológicas úteis para estimular a reflexão sobre a práxis e sobre a produção de conhecimento científico em Ciências Humanas. Este livro reúne a riqueza da diversidade que instiga a refletir sobre as experiências de AT e sobre estímulos para a produção de investigações clínicas a respeito da intersubjetividade, dos cuidados e de seus inevitáveis impasses. Os autores, clínicos que trabalham como psicoterapeutas, psicanalistas, acompanhantes terapêuticos (at), professores e pesquisadores de pós-graduação na cidade de São Paulo, brindam-nos com a apresentação de casos clínicos com articulações teóricas filosóficas, psiquiátricas, psicanalíticas, fenomenológicas e literárias.

 

 

A clínica do acompanhamento terapêutico avança novos territórios e tem sido cada vez mais requisitada no campo do envelhecimento por proporcionar um espaço privilegiado de escuta e de construção de projetos.
Como os loucos, os velhos – diferentes, estranhos e excluídos – são empurrados a uma clandestinidade que os fazem invisíveis. Políticas foram escritas, direitos foram anunciados. Contudo, nas idas e vindas do desamparo que os assola, é possível pensar e realizar as travessias do tempo de forma acompanhada.
Os casos clínicos e as reflexões teóricas apresentados neste livro refletem sobre a potência desse encontro nas diversas possibilidades de acompanhar as peculiaridades do processo de envelhecimento.

 


O texto aborda o Acompanhamento Terapêutico, a clínica da cidade, inclusiva, móvel e enraizada no solo de uma atividade extramuros dos hospitais psiquiátricos e dos consultórios, oferecendo apoio a estes. Intervém na dificuldade de relacionamento psicossocial nos diversos interstícios urbanos em que a pessoa esteja.

 

1º livro virtual gratuito de Acompanhamento Terapêutico do planeta!
Reúne a produção intelectual e clínica de expoentes internacionais do Acompanhamento Terapêutico. A nova versão tem textos, vídeos, dicas de dispositivos eletrônicos e mais livros de AT.

 

A partir de um estudo do historiador italiano Carlo Ginzburg sobre os benandanti, os andarilhos do bem que, durante a Idade Média, protegiam os sofredores psíquicos, Luciana Chaui-Berlinck propõe aqui uma análise do trabalho dos andarilhos do bem contemporâneos: os acompanhantes terapêuticos, que cuidam de sofredores psíquicos e combatem o mal da discriminação social, da exclusão e dos preconceitos que perseguem os chamados “loucos”.
A autora apresenta nesta obra a teoria e a prática do Acompanhamento Terapêutico, por meio de uma minuciosa pesquisa sobre a história do seu surgimento e das reformas psiquiátricas e sobre o que vem sendo publicado sobre o assunto, além de analisar o modo de pensar dos acompanhantes, a partir de entrevistas com estes andarilhos do bem.

 

As psicólogas argentinas Mauer e Resnizky abordam a atividade clínica do Acompanhamento Terapêutico sob o ponto de vista da Psicanálise. Veja mais aqui.

 

Destinado a estudante e profissionais da área da saúde mental que se interessam por intervenções no ambiente natural do cliente, este livro tem com objetivo apresentar uma organização sobre o tema Acompanhamento Terapêutico (AT) na terapia comportamental e cognitivo comportamental, tendo em vista a escassez de obras na área e a crescente procura por esta modalidade terapêutica. O conteúdo dos capítulos é abordado de forma teórica e prática, contendo exemplos e ilustrações de casos, bem como, sugestões de técnicas adequadas a determinadas situações. A obra foi organizada partindo da experiência clínica do organizador e de seus colaboradores, contendo os principais nomes de estudiosos sobre o tema no Brasil.

 

Em um cenário de poucos livros editados sobre o tema, o estudo dessas páginas é fruto não apenas de pesquisa teórica extensa e embasada, como materializa a longa experiência da autora no trabalho de formação de acompanhantes terapêuticos (ats), seja na transmissão da teoria, seja na supervisão clínica ou na coordenação de equipe de ats. Adicione-se a isso, é claro, a sua própria experiência clínica como at e psicanalista, iniciada nos anos 1990 e, certamente, ainda com muito percurso à frente. Observamos em Clarissa um aprofundamento teórico consistente e uma abordagem que tomamos como exemplo rigoroso de uso de uma visão do acompanhamento terapêutico sem produzir desvios epistemológicos e/ou panaceias conceituais. Enfim, são diversas as razões para celebrarmos este A clínica do acompanhamento terapêutico e a psicanálise como um acontecimento relevante para o campo, no Brasil e no contexto internacional. Fortemente recomendado por Maurício Hermman, psicanalista.

 

Este livro reúne diversos escritos do autor, mantidos dispersos ao longo de mais de trinta anos de trabalho com o acompanhamento terapêutico. Deste conjunto é possível extrair pistas para compreender uma clínica do acompanhamento terapêutico. Aceitando o desafio de uma clínica a céu aberto, o livro é um convite para pensar o acompanhamento terapêutico como interpenetração de terapêutica e geografia; e, mais especificamente, como interpenetração de psicanálise, geografia e antropologia.

 

Numa abordagem eminentemente clínica, este volume da Série Prática Clínica apresenta casos atendidos pelos autores, de forma a propiciar ao leitor uma oportunidade de acompanhar os dispositivos e as estratégias empregados. Esta obra temática sobre Acompanhamento Terapêutico privilegia o trabalho transformador da clínica ao descrever os desdobramentos dos profissionais para lidar com o sofrimento e a angústia dos pacientes, com o manejo da relação estabelecida e a busca por caminhos de superação.

 


Acompanhamento Terapêutico […] é uma clínica sustentada pela produção de acontecimentos no espaço social, a cidade, e tendo a própria cidade como uma alteridade importante a ser incluída nesse fazer clínico. […] o AT como uma multiplicidade de tons de verde. Brinca com isso, ao nos propor o azul como a “intervenção clínica”, o amarelo como a “intervenção assistencialista” e o verde, sendo obviamente a junção dessas duas cores, podendo todavia apresentar tonalidades diversas a depender da quantidade de pigmento de uma ou outra cor empregadas. Na multiplicidade de verdes, temos o mais escuro que condensa, em sua mistura, mais azul; e o mais claro ou vibrante, que certamente contém mais amarelo. Nesse “entre”, ou então, nessa correlação de forças instituída pelo clínico e pelo assistencial – …–, é que se situa o método clínico no AT, que igualmente apresenta em sua especificidade matizes clínicos diversos. Os tons de verde colorem o AT! Maurício Castejón Hermann.

 

Há uma especificidade no acompanhamento terapêutico? Propomos uma concepção que articula a prática do A.T. à clínica interdisciplinar atravessada pela psicanálise na qual tomamos, como ponto de partida para a intervenção, um traço significante para o paciente, iniciando, a partir dele, um deslocamento psíquico e, ao mesmo tempo, pela cidade, produzindo, nesse movimento, a extensão do fio do desejo desde o qual se tece o percurso singular de um sujeito.

 

Este livro versa sobre a prática do Acompanhamento Terapêutico (AT) surgido no campo da Saúde Mental com o movimento da Reforma Psiquiátrica. Será útil para qualquer profissional da área de saúde e afins, que atuam neste campo ou por ele se interessam. Esta prática não está instituída, nem sistematizada e por não estar referida aos espaços tradicionais de tratamento, as teorizações valeram-se de conceitos de diversas abordagens, revelando a mistura das disciplinas e dos diversos campos de saber. É fundamental interrogar a prática do AT, realizando um duplo movimento entre clínica e teoria, construindo uma posição teórica embasada em um método, uma proposta de manejo e intervenção que balize a situação clínica produzida pelos atendimentos. A partir desta tomada de posição é que o AT se localizará diante de seu fazer na clínica das psicoses.

 

 

O livro traz uma importante contribuição ao entendimento das vicissitudes da função do acompanhante terapêutico (AT), sua inclusão na estratégia de um tratamento e os contextos da sua realidade na clínica, questões estas delineadas pelo autor a parti r de um comprometido embasamento teórico. A obra também aponta para o percurso da implementação do Acompanhamento Terapêutico no sistema público de saúde da Argentina, referência histórica sobre o tema, de modo a propiciar discussões sobre os aspecto s envolvidos nesse processo, sobretudo o tema da profissionalização do AT, questão central presente em um caloroso debate brasileiro. Além disso, desenvolve reflexões sobre a inserção do AT no Sistema de Saúde Mental, sua responsabilidade profissional, bem como o seu âmbito legal.

 

Nunca sabemos ao certo por onde começar uma apresentação, especialmente quando se trata do trabalho de outrem. Algumas vezes, para alcançarmos uma certa originalidade, começamos pelo fim, transformando-o assim, no começo (de nossa apresentação). Pois farei do começo do trabalho de Kleber o fim que almejo para mais esta jornada de atividades circulatórias: circulatórias de conhecimentos e por que não, de Saber? Eduardo Cavalheiro Pelliccioli.

 

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